Numa época em que não conseguia emprego de forma alguma, eu fazia uns bicos consertando e formatando computadores. Até que certo dia a minha irmã falou que a família de uma amiga dela precisava de alguém para dar um jeito no computador deles que estava com problemas e ela me indicou para essa tal amiga.
Eu já conhecia essa família (de vista), mas não sou tão próximo assim, apenas a minha irmã. A amiga dela que vou chamar de Barbara, eu já tinha mais afinidade por sempre estar aqui em casa.
A família de Barbara é daquele tipo de família religiosa, todos vão à igreja, inclusive a Barbara. Barbara é uma menina simpática, alegre, bonita até, mas que nunca havia me despertado interesse nela. Talvez fosse pelas roupas, não sei dizer ao certo. Pois ela usava roupas sempre bem comportadas, saia no joelho, blusa de flores e essas coisas. Então o modo de olhar como “presa” sempre ficou no stand by.
Depois que minha irmã falou que eu mexia e poderia consertar o computador dela, Barbara pediu para que eu fosse à casa dela ver o que eu poderia fazer por eles. Fui, olhei e dei meu valor. Fui exatamente no dia e horário que ela pediu para que eu fosse, e quando chego lá eu percebo que os pais dela estavam trabalhando e que só ficaríamos eu e ela na casa. Os pais dela já estavam sabendo da visita, então não teria problemas…
O computador em questão ficava na sala e estava tudo fechado, tanto a porta encostada quanto as janelas com cortinas. Não tinha me ligado nesse detalhe ainda, só fui perceber mais tarde. Enquanto eu estava trabalhando, ela veio conversar e ficou do meu lado. Aí de repente ela fala que iria tomar um banho. Até aí tudo bem, nada demais. Quando ela termina o tal banho, a garota vem, simplesmente, nua. Olhei para trás para ver se a janela não estaria aberta e alguém da rua ver, foi então que entendi o porquê de tudo estar fechado. Ela veio caminhando em minha direção e me encarando com uma carinha de safada que nunca pude imaginar que ela seria capaz daquilo.
A garota veio e falou “Bom, já que meus pais não estão em casa no momento e você está trabalhando, que tal eu te adiantar parte do pagamento de alguma outra forma?”. Eu só olhei para ela e falei “Qual é a sua ideia?”. Ela sorriu, abaixou a minha bermuda, ajoelhou-se e disse “Se é para pagar, vou começar a pagar um boquete”. E começou. Ela me fez um boquete gostoso, babado e batia punheta enquanto me chupava. Não demorei e já tirei a minha camiseta, peguei aquela cachorra no colo e a joguei no sofá e ali mesmo comecei a chupar aquela bucetinha lisinha. Caprichei no oral nela que até ouvia os gemidos que ela fazia. Enquanto eu a chupava ela acariciava a minha cabeça, e de repente ela fala “Chega. Agora quero você dentro de mim”.
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Nesse momento eu coloquei o meu pau na buceta dela, comecei a meter devagar e aproveitando o momento fui beijando aqueles belos lábios. Segurei na cintura e aumentei a velocidade e a força. Que menina gostosa. Aquela bucetinha apertadinha, molhadinha, quentinha. Fiquei louco. Eu jamais iria imaginar que aquela menina de igreja poderia ser tão gostosinha e tão cachorra. Acredito que a roupa que ela usava não favorecia as curvas do corpo. Mas ela tem uns peitinhos pequenos, adorei porque cabiam perfeitamente na minha boca. A bundinha média, mas bem empinada e gostosa de apertar. Voltando para a transa… Ela pediu para mudar de posição e pediu para que eu sentasse no sofá, depois ela veio e sentou de costas para mim. Fiquei sentado, ela no meu colo e eu vendo aquela cena linda. Ela sentando e apertando os peitos, gemendo baixinho. Depois de um tempo nessa posição eu já estava quase gozando, pedi para mudar um pouco de posição. Ela se virou e ficou sentada voltada de frente para mim e me beijando. E o meu pau lá dentro. Aí ela disse rente ao meu ouvido esquerdo “Me come de quatro”.
Rapaz, na hora a coloquei de joelhos no sofá, ela empinou aquela bundinha e meti com força. Dei muitos tapas naquela bunda que até ficou vermelha. Quanto mais eu metia mais ela delirava de tesão. Quando eu já não aguentava mais falei que iria gozar, ela saiu e se virou e pediu para eu gozar na cara dela. Porra, gozei muito naquele rostinho. Depois ela foi tomar outro banho e voltou para sala, nessa hora eu já tinha voltado para o trabalho principal, afinal, teria de entregar o computador pronto antes dos pais dela voltarem do trabalho. Sempre que vejo essa menina ela dá um sorrisinho para mim, confesso que pego vez ou outra.
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