Olá, essa é a primeira vez que mando um caso que aconteceu comigo aqui (acredito ser o primeiro também rs). Digamos que eu me chame Augusto. Sou moreno, 1,81 de altura e tenho 25 anos. Eu me assumi como homossexual ainda aos 16 anos, foi uma época bem difícil, mas hoje está “tudo em paz” já.
De lá para cá conheci bastantes pessoas, algumas diziam-me que eram gays, mas tinham vergonha/receio de assumir para os parentes, amigos, colegas de trabalho e tooooodo aquele drama. E é sobre uma dessas pessoas que irei contar hoje, o Bruno.
Bruno é um rapaz forte, educador físico, alto, cabelos pretos e lisos, pele branca e olhos claros. Ele é um deus. Quem olha não fala que é gay. Mas é. Ele é pouco mais velho do que eu, ele tem lá seus 27 ou 28 anos. Bom, eu o conheci há mais ou menos 3 anos na academia onde ele trabalha. Quando cheguei à academia pela primeira vez ele foi muito bem atencioso como professor, me recebeu com muita educação e respeito.
Quando as pessoas me conhecem já percebem que curto uma fruta diferente. Não sou escandaloso, mas a voz e alguns gestos com as mãos me entregam, enfim, na hora fiquei interessado no Bruno. Rapaz inteligente, conversa bem, educado, BONIIIIITO. Sério, um deus grego. Como eu achava que ele só curtia mulheres (pois na época ele namorava uma menina de lá da academia) eu ficava na minha e só apreciava a amizade mesmo. Com o passar do tempo fui me tornando mais próximo a ele. Até uns rock a gente foi junto, claro que várias pessoas também, né?!
Mas eu percebi que depois de um certo tempo ele conversava bastante comigo lá na academia, dava mais atenção, tocava quando ia chamar. Estranhei, mas fiquei na minha, pois não queria queimar ficha à toa. Aí comecei a chamar pelo Bruno quando eu ia treinar pernas e, principalmente, fazer agachamentos. Pedia por “ajuda” para descer com os pesos, aí ele ficava atrás de mim. Como sou do bem, empinava o máximo que eu pudia a bunda e descia até o fundo. Claro que utilizava bermudas bem justinhas, só faltava o povo me chamar de puta hahaha.
Então comecei a perceber que Bruno ficava com aqueles olhares “perdidos” para cima de mim, na hora saquei qual era a dele. O chamei para ir a um barzinho que havia ali perto da academia e ele aceitou. Depois do meu treino e do expediente dele a gente ficou ali conversando e falando besteiras. Só que ele não podia demorar já que a namoradinha estava esperando por ele em casa, então marcamos de ir a um rockzinho qualquer.
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O tal dia do rock chegou e fomos. Lá para a metade do rock Bruno e a namoradinha brigaram por não sei qual motivo (acredito que ciúmes dela de mim hahaha), então sobrou só a mim e o deus grego. Como ele já estava bebendo bastante, eu não tive muito trabalho. Nos divertimos até umas 3h e fomos para casa, a minha casa. Eu, inteligentemente, escolhi um rock próximo da minha casa e o mais longe possível da casa dele. Convenci de ficar na minha casa até o dia amanhecer e ele acabou topando.
Na minha casa já fui logo ficando de cueca (nova por sinal) e falei que ele poderia ficar à vontade também, já que ali só tinha a gente. Bruno pediu para tomar um banho e roupas minhas emprestadas, logo dei uma toalha qualquer e algumas peças de roupa que eu tinha. Depois dele ter tomado banho solta o seguinte:
– Cara, pensei, pensei e pensei muito no banheiro e tem algo que quero te falar.
Fiquei em choque. Não sabia se aquilo era o que eu estava pensando ou se era imaginação da minha cabeça. Aí ele continuou.
– Tem uns dias que tô doido pra te comer. Desculpa, eu não deveria ter falado isso. Mas me sinto atraído por você e as paradas que você faz na academia me pareciam que você também quer algo comigo.
– Por que você quer me comer?
– Não sei. Você me deixa com tesão, sei lá, cara. Não sei explicar.
Olhei pra ele, tirei a toalha na qual ele estava enrolado e soltei um “Te deixo com tesão? Vamos ver mesmo”. Quando eu tiro a toalha, a minha boca enche de água, juro. Aquela pica MA-RA-VI-LHO-SA. Cabeça rosinha. Todo lisinho. Não perdi tempo e cai de boca. Coloquei em prática todo o meu aprendizado nesses anos. Eu via a satisfação na cara dele. Não demorou muito e ele pediu para me chupar também. QUE QUE É ISSO? Um boy daqueles me mamando? Só deixei e aproveitei. Depois de umas trocas de oral eu peguei o lubrificante e dei a ele. Nossa, como me comeu gostoso. No início colocou devagar para eu me acostumar com aquela pica, mas depois… Me puxava pela cintura, segurava pelos meus cotovelos. Gozei horrores. E depois ele gozou na minha boquinha.
Essa foi a minha história. Obrigaduuu bjs.
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