O meu caso é sobre o que aconteceu entre mim e uma colega da faculdade. Eu me chamo Renato, tenho 23 anos, estudante de fisioterapia. Um cara normal, 1,80 de altura, malho umas 5x por semana na academia, branco. A colega em questão é a Valéria. Ela é uma ruivazinha espetacular. Deve ter seus 1,60 de altura, corpo esculpido por Deus, cabelos longos, magrinha, fenomenal.
A história é a seguinte, eu trabalhava numa cidade próxima onde eu morava e estudava à noite. Até aí beleza, porém eu tinha uma oportunidade de trabalhar numa empresa maior e ter um salário mais confortável. O problema é que eu teria que me mudar, aí pensei bastante e decidi ir para essa nova parte de minha vida. Isso tem menos de 1 ano. Bom, fiz a transferência de instituição de ensino para mais perto tanto do trabalho quanto do novo lugar onde aluguei para morar. Agora eu estava morando sozinho num lugar onde não conhecia nada e nem ninguém. Isso não era problema, foi até bom porque assim pude sair mais.
Enfim, quando as aulas voltaram das férias eu iria cursar o 5º período. Cheguei à sala e me sentei numa cadeira qualquer. Comecei a conversar com um brother lá para me enturmar e pedi para que me pusesse no grupo da turma no WhatsApp. Detalhe que talvez seja relevante, a turma deveria ter umas 20 mulheres e só eu e o brother lá de homem.
Quando restavam coisa de 5 min para a aula começar vem aquela garota gostosa, linda, perfeita, esbelta e todos adjetivos possíveis. Ela passa pela porta, atravessa a sala todinha e vai para a fila do outro lado e se senta com as colegas dela. Mano, fiquei em transe. Apaixonei na hora. A única coisa que pude imaginar era eu pegando aquela garota. Assim que ela passou já perguntei ao rapaz do meu lado (Rogério) se ela era solteira. Para a minha surpresa SIM. Ela era solteira. O não eu já tinha, mas teria que trabalhar de alguma forma conseguir o sim.
Fiquei na minha, assisti à aula e fui para casa. Quando acordo no dia seguinte vejo que me puseram no grupo da turma, fui logo me identificando, agradecendo e deixando claro que a partir daquele momento era o novo membro daquela turma até o fim do curso. Pois bem, quando chega a noite e hora da aula eu percebo que agora algumas meninas estavam me encarando. Não entendi o porquê, então deixei quieto. Aí o Rogério soltou o seguinte “Rapaz, as meninas estão falando de você”. Eu não sabia se era bom ou ruim…
Naquela noite era aula de Terapias Manuais, ou seja, se fosse aula de membros superiores ou tronco os rapazes ficavam sem camisa e as meninas só de top ou sutiã mesmo (para que as manobras fossem feitas e pudêssemos vê-las e executá-las). O professor executava as manobras nos alunos e os alunos treinavam nos colegas. Como o professor precisou de um cobaia, eu fui esse cobaia a aula toda, ou seja, fiquei só de bermuda a aula toda. Eu me ofereci porque queria ficar à mostra para a ruivazinha. Rapaz, enquanto eu treinava no Rogério, eu notava que Valéria, a ruiva, ficava encarando…
Aula acabou e todos foram para casa. Na aula seguinte era fisioterapia aquática, o problema é que era parte teórica ainda. Só após algumas aulas é que teríamos a parte prática. Você já imaginou o que eu faria? Então vai lendo.
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Menos de 1 mês temos a tal aula prática de aquática. De praxe roupa adequada: homens: sunga ou bermuda e touca. Mulheres: maior e touca. A professora demonstrava nos alunos e os alunos treinavam com os colegas. Eu na maldade fui de sunga para deixar volume de propósito. Não liguei, era permitido mesmo. Uma das técnicas era entrada, de forma bem simplificada, o(a) paciente entra na água pela borda e o terapeuta “meio” que coloca o(a) paciente em sela, quase que no colo. Fiz isso com o Rogério e ele comigo. Homens são mais pesados do que mulheres, então QUASE todas pediram que eu e o Rogério fôssemos dupla delas. Adivinha quem caiu como dupla pra mim? Ela. Valéria ficou praticamente no meu colo dentro d’água. Rapaz, tive que me controlar…
Os dias foram passando, aulas acontecendo. Um certo dia o Rogério manda o seguinte:
-Renato, vou te falar o seguinte, cara. As meninas estão doidas por você.
-Ué? Por quê? – Eu abri um sorriso na hora.
-Cara, você é fortinho, alto e tal. Elas estão falando bem de você, duvido nada que você consiga pegar algumas delas.
Fiquei com aquilo na cabeça. Será que a Valéria também estava interessada? Eu só tinha uma maneira de saber. Eu tinha que dar um jeito de sair com ela.
Numa aula de Saúde da Mulher, a professora explicando sobre disfunção sexual feminina deu no que falar. Não lembro exatamente o que a professora falou, mas a Valéria solta o seguinte “Professora, se o homem tiver atitude e chegar chegando eu não resisto”. Rapaz, depois que ela disse isso abriu um sorriso maroto e pensei “Ou eu chego ou fode tudo”.
Já tinha 1 ou 2 meses que eu estava com aquela turma e eles resolveram sair para zoar. Claro que não fiquei de fora. No dia peguei as minhas melhores peças de roupa, cabelo no style, perfume marcante e fui. Bebida vai, já estava enturmado com a galera, puxei a Valéria para dançar e falei no ouvido dela “Hoje você não me escapa”. Se eu tomasse um fora ali, praticamente não teria mais chames alguma de pegar qualquer outra garota da turma, mas para a minha sorte ela responde dançando e se esfregando bastante em mim. Não demorou e fiquei de pau duro ali mesmo com ela se esfregando. Puxei pelo braço e dei um beijo. Ela correspondeu e cada vez foi ficando mais quente.
-Quero te levar para um lugar mais reservado – enquanto aguardei a resposta dela o mundo parou.
-Só vamos. Estou a noite toda esperando você me tirar daqui.
Antes de me reunir com a galera já tinha me informado dos melhores motéis na região. Depois da resposta dela já sabia para onde ir. Chamei um Uber e fomos. Chegando lá a gente foi direto para o chuveiro. Tomamos um belo banho juntos (e meu pau lá, duro), beijos e mais beijos. Meu pau já estava explodindo. A comi ali no chuveiro. Imagina o seguinte, uma ruiva louca de tesão por você, baixinha, falsa magra, deve ter seus 19 aninhos, safada com força, peitos durinhos e bunda redondinha. Não lembro de ter pegado garota mais gostosa do que ela.
Depois fomos para cama terminar os trabalhos. Comi de tudo quanto é jeito. De quatro, em pé, sentado, frango-assado, perna pro alto, puxei cabelo, apertei o pescoço dela, estoquei forte, papai e mamãe… Só faltou o cuzinho dela. Mas isso ficou para outro dia e quem sabe eu conte aqui.
Para finalizar gozei na barriguinha dela e tomamos outro banho. Ficamos lá conversando e nos acariciando, até que fiquei duro novamente. Aí, meu amigo, só tive o trabalho de fazer ela ficar molhadinha novamente e começou a segunda etapa da noite.
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