Ei, gente. Sou a Iasmin, uma morena baixinha de 33 anos e cheia de tesão para dar. A minha história tem a ver com um enfermeiro que conheci enquanto meu pai ficou hospitalizado. Foi lá no hospital que conheci o Fernando, um enfermeiro gatíssimo. Só que tinha um problema, ele tinha uma aliança de todo tamanho no dedo.
Meu pai ficou internado em torno de uns 10 dias, e assim que cheguei lá eu sabia que teria pouco tempo para dar uns pegas aquele gato. Como minha família é pequena e eu estava de férias do trabalho, eu que ficava quase que sempre lá no hospital fazendo companhia para meu pai. Bom, logo no primeiro dia, o tal enfermeiro veio conversar para saber o caso do meu pai e como ele estava. Eu não conseguia tirar os olhos do Fernando.
Como todos do hospital utilizam um crachá no jaleco, assim que o enfermeiro veio eu já fui logo conferir o nome do bendito. Fernando @. Sobrenome diferente. Assim que o bendito saiu da sala onde estávamos eu abri meu facebook e procurei por ele. Custei mas achei. E foi nessa hora que veio a decepção: é casado. Fiquei com o pé atrás se tentaria ou não puxar conversa com ele. Como eu ficaria pouco tempo ali eu arrisquei. Ainda no primeiro dia no hospital, tentei puxar conversa com ele e tentei atiçar qualquer segunda intenção do rapaz. Fui tentando seduzir o rapaz ali mesmo no quarto, mas sem que meu pai percebesse, claro. Avisei a ele que eu tinha encontrado o perfil dele no facebook e perguntei se poderia adicioná-lo, ele respondeu afirmando que sim, que não haveria problemas e qualquer coisa poderia chamar no messenger.
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Não perdi tempo e adicionei. Olhei, stalkiei bastante, curti algumas fotos. Até que lá pro quinto dia eu chamei no messenger. Começamos a conversar sobre coisas aleatórias mesmo, pois eu queria tentar encontrar algo em comum com ele e aos poucos dar umas indiretas. Foi nessa conversa que soube que ele faz plantões de 12h no hospital e às vezes dobra. Eu já esperta perguntei com que frequência ele dobra, e o Fernando disse que dependeria da demanda, quadro de funcionários e essas coisas.
Depois de tanto insistir em indiretas, dar chances para ele aprofundar na safadeza, eu já estava quase desistindo. Até que certo dia ele dobra no serviço. Era a minha chance, ele iria passar a noite lá no hospital.
Ele veio todo atencioso como sempre, viu como meu pai estava, olhou os demais pacientes, conversou um pouco com os acompanhantes e me chamou para ir com ele até o corredor. Lá ele disse que o horário de descanso seria às 2h e que só voltaria pouco mais tarde para trabalhar. Isso já era 0h. Perguntei o que ele queria comigo e só ouvi como resposta que ele iria me surpreender.
Quando deu 2h eu mandei mensagem, e assim que me respondeu eu fui ao encontro do moço. Ele me levou para o almoxarifado. Gente, O ALMOXARIFADO. Eu fiquei louca. E se alguém nos visse? E se alguém ficasse sabendo? E se?
-Você está louco? Alguém pode nos ver aqui!
-Que vejam, eu gosto de plateia.
-O que vai acontecer se alguém souber que estamos aqui?
-Se souberem podem entrar na brincadeira.
Aí nesse momento ele me puxou pelo braço e me beijou. Sem demorar muito abaixou a calça e me virou de costas. Eu tinha ido de vestido, não tenho costume de usar, mas naquele dia estava muito quente e resolvi usar um vestidinho leve. Eram pouco mais de 2h da manhã, estávamos no almoxarifado fodendo. Assim que ele me colocou de costas, abaixou a minha calcinha e colocou aquele pau grosso e gostoso dentro de mim. Na hora me arrepiei com o volume daquilo, era muito bom. Põe e tira, põe e tira, aquele vai e vem, aquele suspense e tensão de nos virem. Meu coração estava disparado com a possibilidade de alguém entrar a qualquer momento e nos ver ali, fodendo.
Havia uma cadeira lá, ele se sentou e pediu para que eu sentasse no colo dele. Não pensei duas vezes. Sentei e rebolei bastante naquele pau. Quiquei muito. Fiquei de pé, apoiei uma perna num negócio lá que não sei o que era, e o safado veio por trás e me come sem dó.
-Vai, me come. Tô quase lá. Vai safado.
Só lembro de ter dito isso naquele instante. Quando gozei ele foi junto. Fiquei com as pernas bambas de tanto que transamos naquela noite. Juro que a tensão de me verem transando aumentou o tesão. A adrenalina foi lá em cima.
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