Fala, rapaziada. Desde a minha adolescência eu tenho um caso com uma prima cavala. Ela perdeu a virgindade comigo e eu com ela. E um aprendeu a foder com o outro. A nossa relação sempre foi bem natural, tranquila e colorida. Quando ela arrumava um namorado qualquer e eu uma namorada, não rolava ciúmes, mas sempre tínhamos aquele fogo de nos pegarmos, tinha, porque não rolava traição. Sempre que um ou outro namorava não rolava nada. Mas quando estávamos solteiros… era sexo direto.
Bom, os anos foram passando e a gente seguiu caminhos diferentes. Acabamos que indo morar em locais afastados. A gente só se via em épocas comemorativas, tipo natal, ano novo, aniversário, casamento e essas coisas. A cada ano que se passava ela ficava mais linda, mais sexy, mais atraente, mais elegante, mais tudo. Como não a via pessoalmente eu me matava na punheta com as fotos dela do Instagram e Facebook.
Depois de uns 3 ou 4 anos, voltamos a trocar mensagem pelo WhatsApp, pois tanto ela quanto eu estávamos livres, leves e soltos pelo mundão. Nessas brincadeiras rolavam fotos e vídeos de masturbação de ambas as partes.
A gente voltou a falar das épocas em que “brincávamos” na cama, de como a vida era boa, dos contos e casos que a gente contava um para o outro, das experiências. Cara, ela é muito gente boa. A gente poderia até ter um relacionamento sério, mas não acho que daria certo. Era só tesão. Só sexo. Não queríamos perder essa relação boa para uma séria, com cobranças, “regras” e aquelas coisinhas que há no “relacionamento sério”.
Pois bem, no ano de 2015 teria um casamento de um primo nosso, vale um parênteses aqui: O rapaz se deu bem, a esposa do cara é top demais. Voltando, então eu a priminha decidimos ir, claro, e lá a gente ia deixar a coisa rolar.
Eu nem preciso dizer que a minha vontade de foder com ela era grande, preciso? Mas o que ela faz de tão especial? Ela se entrega. Ela se torna uma puta na cama. Ela não tem frescuras. Ela sabe o que quer. Ela é autêntica. Ela é especial. Ela é ela. Ela geme, quica, rebola, baba, xinga, bate, morde, beija, agride, faz carinho.
O casamento aconteceu num sábado, sexta foi feriado, então eu viajei na quinta à noite para poder chegar antes e descansar bem e aproveitar também. Como não tinha muitos lugares para dormir, eu passei a noite na casa de quem? Da priminha. Contudo lá tinha muitas pessoas, não tantas, mas atrapalharia qualquer esquema possível. Enquanto nós estivéssemos na casa não teria como acontecer porra nenhuma.
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Sexta-feira, um dia antes do casamento. Ajudei na preparação da festa e o que me pediam eu fazia. Quando chegou a noite comemos e fomos dormir. Por incrível que pareça eu não consegui conversar direito com a minha prima. Mas a gente sempre trocava olhares e sorrisos, isso me deixava aliviado. Aí deu minha hora e fui pra cama. Deitei-me, fiquei apenas de cueca e fechei os olhos. De repente sinto algo estranho. Uma boca gulosa me chupando, não fazia ideia de quem fosse ou que horas eram. Mas que porra é essa? Será que é sonho ou é ela? A princípio eu estava suavão, “Caralho, que sonho realista. Tá gostoso pra porra”. Não estava conseguindo diferenciar entre realidade e sonho. Mas aí ela me arranha. Acordei quieto. Como estava escuro não dava para ver bem, mas o pouco de iluminação deu para perceber. Era ela me chupando e me babando todinho. Engolia tudo e depois voltava para a cabeça. Lambia o pau durinho, descia até a base e chupava as bolas. Para finalizar ela colocou pressão com os lábios e batia punheta, gozei na boca. Eu estava uns dias sem gozar, então saiu porra pra caralho.
No dia seguinte ela me perguntou “Ei, @, teve bons sonhos?”. Eu só abri um sorrisinho e respondi que melhor seria difícil. Deu a nossa hora. Banho tomado, roupinha no capricho, perfuminho para não fazer feio e fomos para o casamento. Tudo muito lindo, tudo indo conforme o planejado. Casamento acontecendo e eu queria foder ali, eu queria gozar naquela boca deliciosa.
Então mandei mensagem para ela “Enquanto os primos casam, que tal a gente ir para a nossa lua de mel?”. Para a nossa sorte o casamento aconteceu num sítio. Era um sítio afastado, tipo no meio da mata mesmo. De carro levava um tempo até o próximo sítio. O meu carro estava estacionado lá do lado de fora, eu já deixei posicionado de modo que ninguém pudesse perceber caso tivesse que dar um perdido. Fomos.
Entramos no meu carro, ali mesmo ela começou a me chupar. Ar ligado (estava quente pra porra, o casamento foi à tarde) e eu lá dirigindo enquanto ela babava meu pau. Como o carro era automático não tive problemas em trocar de marcha enquanto ela fazia os trabalhos…
Depois que nos afastamos bem, eu rebati o banco o máximo que deu e comecei a comer ela ali dentro. Mano, que bucetinha gostosa. Eu estava com saudades daquela buceta deliciosa, daquele cheirinho característico dela. Saudades daquela boquinha carnuda e suculenta. Saudades daquela bunda enorme. Puta que me pariu, que bunda grande.
Ela sentou no meu colo, de frente pra mim, me beijou, me afogou nos peitos dela, me enlouqueceu de tesão.
-Estava com saudades de sua priminha?
-Eu estava louco para te comer novamente.
-Vai, então mata essa vontade e me faça gozar como nos velhos tempos, vai.
Eu ficava cada vez mais cheio de tesão.
-Vai, chama a priminha de puta. Bate na sua cachorra. Faça ela gritar.
Eu queria foder forte, queria fazer aquela piranha gemer de prazer. Aí saímos do carro e a comi do lado de fora mesmo. Num instante ela estava apoiada no capô do carro, no outro ela se apoiava no banco, ficava de costas pra mim e eu estocando cada vez com mais vontade. Dei tanto tapas naquela bunda que ficou vermelha. Dei tantos puxões de cabelos que faltou sair nas minhas mãos. Quando eu estava quase gozando falei “Vou gozar”.
Se eu gozasse nela daria ruim, mas a safada pediu para que gozasse na boquinha que ela iria engolir tudinho. Cara, depois disso fodendo poucas vezes. Quero repetir, mas o TBT daquela vez foi gostoso. Tá certo que o povo no casamento percebeu a nossa ausência, mas fazer o que, faz parte.
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