PEGOU A EMPREGADA DE JEITO

Sou Leonardo, vou contar uma história que aconteceu entre mim e uma empregada que tenho, na verdade vou contar como que a história começou, pois ela acontece até hoje.

Sou um cara sossegado com a vida, 28 anos e empresário. Como sou solteiro e mal tenho tempo para cuidar de casa, eu sempre tive alguma doméstica que fizesse isso por mim. Por morar sozinho, ela vai 3x na semana e no geral não tem muito o que fazer.

Certo dia a que cuidava de minha casa pediu para sair, porque iria se mudar com a família. Depois que ela saiu eu tive que procurar por alguma outra, até que uma amiga me recomendou uma jovem.

Essa moça vou chamar de Amanda. Amanda deveria ter seus 18 ou 19 anos, menina atraente, bonita, com sonhos. A minha amiga fala para a Amanda sobre o emprego que logo entra em contato comigo. Pelo telefone eu confirmo como seria o serviço, que ela teria total liberdade para fazer o próprio horário desde que deixasse tudo organizado e limpo. Deixo claro que não era chato quanto a roupa, horário, dias que iria trabalhar ou coisas do gênero e que até a piscina estaria liberado para ela.

Ela aceita e vai ao local para conhecer a casa. Eu moro num condomínio, então assim que ela chegou à portaria fui buscá-la. No caminho de casa fomos conversando para nos conhecermos melhor.

Apresento tudo a ela: onde é meu escritório, onde é o meu quarto, onde ficam os outros quartos, onde ficam os banheiros, tudo. Ela topa as condições e começa naquele mesmo dia a trabalhar lá em casa.

A Amanda costuma ir pra trabalhar nas segundas, quartas e sextas-feiras pela parte da manhã. A princípio ela ia de calça jeans, mas como aqui faz bastante calor eu disse a ela que poderia ir de short caso desejasse. Logo de cara ela não ia, mas estava liberado.

Num domingo qualquer eu saí à noite e voltei acompanhado por 2 garotas. Conheci essas garotas numa balada e terminamos em casa a festinha. No dia seguinte eu e elas estávamos curtindo a piscina (estava muito quente naquele dia em questão). Só que tem um detalhe: elas estavam nuas. Sim, elas estavam nuas. Ninguém poderia ver, pois a casa é meio afastada e a piscina fica “escondida”. A Amanda chega nesse dia e se assusta com o que vê, as meninas já sabiam que a doméstica iria chegar e não se importaram. Peço desculpas para a Amanda, ela sem jeito aceita.

Eu sempre saio à noite e vez ou outra trazia uma garota para casa. Amanda depois de uns 2 meses começou a ir de short curto e a brincar com a situação de ter garotas quase toda semana na casa. Eu levo na brincadeira.

Certo dia eu estava trabalhando no escritório e Amanda entra para limpar. Eu estava concentrado no serviço, aí ela começa a varrer o chão e depois a passar pano, quando ia pegar o pano para torcer, ela abaixa com os joelhos retos e encurvando o tronco, ou seja, empina aquele rabão. Lembra que falei que ela passou a ir de short curto? Pois bem, eu nunca dei em cima dela por delicadeza mesmo, por profissionalismo. Mas ela estava começando a provocar.

Logo no primeiro dia eu havia dito que se ela quisesse poderia utilizar a piscina também, que eu não iria achar ruim. Principalmente porque sempre haveria dia que eu não estaria em casa por conta do trabalho e ela ficaria sozinha lá, nada mais justo do que usar num dia quente.

De tantas vezes que ela achou camisinha na lixeira, de tantas vezes que ela me via com mulheres diferentes, acho que ela começou a querer saber o porquê das outras quererem. Não demorou e ela começou a tomar banho na piscina. Usava um biquíni que me deixava doido. Depois do serviço ela estendia uma toalha e ficava deitada na toalha como aquela bunda gostosa para cima. Eu olhava mas nada fazia. E nem iria fazer nada com ela. Na verdade ela faria comigo.

A menina era linda, gostosa, um tesão. Aí num dia qualquer, eu me levanto e sento diante da piscina e abro um livro e continuo de onde havia parado no dia anterior. Faço isso todos os dias e a Amanda já tinha percebido. Dessa vez ela chega, tira a roupa e fica de biquíni, senta numa daquelas cadeiras brancas na minha frente, de frente para mim e abre as pernas. Ela estava tomando sol, mas estava ao mesmo tempo me mostrando tudo, mesmo que de biquíni. Que cena linda.

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Confesso que comecei a endurecer naquele momento, ela vira pra mim e fala:

– O que você tem de tão especial que sempre traz uma mulher diferente aqui?. – Eu não sabia o que responder, então falei.

– Como assim? Eu só converso com elas. Mas deixo bem claro que se vierem para minha casa é para dar.

Não é tão fácil quanto parece, eu só faço isso com aquelas que de fato aparentam que irá funcionar, muitas vezes falha, mas você consegue distinguir com o tempo quem é puta e facilmente toparia.

– Como assim só conversa?

– Bom, eu primeiro não chego em qualquer uma. Observo o ambiente e aquela que parece mais cachorra e que não é necessário muito para comer eu chego e já deixo bem claro a minha intenção. Claro que não sou tosco e falo de cara, mas conduzo a conversa para esse lado, aí no final as chamo para virem, mas se aceitarem é para ter sexo. Resumindo é isso, na verdade não é fácil assim, mas funciona. Tipo que existem umas técnicas, sabe?

– Eu não sirvo para você?

– Claro que serve. Você é diferente das outras. Você não é puta igual a elas. Por isso não te trato igual a elas.

Ela se levanta, vem caminhando, senta no meu colo, tira o livro de minhas mãos e fala “mas posso ser”. E me beija, confesso que não resisti. Respondo beijando, aquele beijo vai melhorando conforme o tempo passa. Ela começa a se esfregar no meu colo, meu pau cada vez ficando mais duro e apertado na cueca.

Não demoro e tiro a parte de cima do biquíni dela e começo a chupar aqueles peitos. Coloco tudo na boca. Ela continua se esfregando no meu colo e daqui a pouco se levanta, tira a parte de baixo do biquíni e a minha bermuda. Começa a me fazer um oral foda. Para de chupar e me masturba. Dá um beijinho na cabeça, lambe da base do meu pau até a ponta e coloca novamente na boca. Tenta fazer garganta profunda e se engasga. Ele sai todo babado. Ela senta novamente, esfrega aquela bucetinha raspadinha no meu pau, eu já estava louco de tesão e sem se esforçar ele entra fácil. Ela deveria estar muito molhada.

Eu estava sentado naquelas cadeiras brancas, sabe? Ela sentada em cima de mim, começou a rebolar e me beijava cada vez mais.

– Vai, me mostra como que você fode aquelas piranhas. Faça de mim sua puta, seu filho da puta.

Eu faço ela parar de rebolar, a pego nos braços e a levo para dentro de casa. A jogo no sofá, que estava aberto, tipo cama, e chupo aquela buceta. Chupo o grelo dela, introduzo a minha língua na buceta dela. Quando olho pra cima enquanto a chupo ela estava de olhos fechados, segurando firme com ambas as mãos um travesseiro que havia ali. Continuo chupando e segurando as coxas de modo que ela não as feche. Paro e ponho o meu pau lá dentro. Meto sem dó. Eu estava colocando o mais fundo possível, não seria aquela novinha que iria me dar trabalho.

Ela pede para subir em mim de novo, então eu deito e deixo ela comandar. Ela sobe e começa a quicar forte, algumas vezes meu pau até saia de tanto que ela subia para descer com força, rebolava como poucas. Ela sim queria ser fodida. Não faço ideia se alguém a comia bem, só sei que naquele dia ela saiu bem comida. Ela quicava sem parar, não cansava, gemia, gritava. Ela por cima eu metia, abria a bunda dela e metia, metia e metia. O único barulho que se ouvia na casa era da minha virilha batendo na dela, e era bem alto.

A joguei de lado e comecei a comer de ladinho. Uma perna dela ficou pro alto, eu a segurava e metia com força. Quando eu estava para gozar a virei de barriga para cima e gozei muito nos peitos.

A transa foi boa, mas isso não impediu de que eu comesse outras todos finais de semana, óbvio.

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