METEU A PISTOLA NELA

Aproximadamente uns 10 anos depois de terminar o ensino médio alguns amigos da época resolveram fazer um churras para a galera se reencontrar e botar a resenha em dia. Para isso tínhamos um grupo no WhatsApp para irmos conversando a respeito (já que os caras eram enrolados pra porra) e de fato sair do papel o tal churras. Quando o dia chega, nos reencontramos, é quando eu vejo a Patrícia, uma antiga paixonite da época. Estava linda demais.

Pensa numa japinha perfeita! Ela conseguia ser mais perfeita ainda. Aliás, ela consegue, pois como não tem muito tempo isso, ela continua uma delícia. Pois bem, o dia do churrasco chega e a galera se reúne para conversar, contar o que fizeram e deixaram de fazer durante todo esse tempo. De praxe uma parte já tinha se casado, outra tinha filho(s) e alguns estavam solteiros. Na lista dos solteiros tinha uns carinhas lá, eu e a Patrícia. Para a minha sorte a Patrícia acabara de terminar com o namorado dela, não sei porque e nem fiz questão de saber. Aí ela estava naquela fase de curtir adoidado.

Durante o ensino médio eu era aquele moleque magrelão, alto, com a puberdade maltratando a minha autoestima, aí nem sonhava em chegar nela pra ficar. Só mantinha a amizade e estava ótimo para aquela época. Ela por outro lado, era linda. Muitos diziam que a beleza dela iria terminar depois dos 25, rapaz, que nada. O tempo só fez mais bem para ela. Hoje em dia a coisa mudou de situação pro meu lado. A puberdade passou, eu melhorei bastante com o tempo e com a academia fiquei com um corpo mais definido.

Quando a vi no churras, meu coração disparou. Eu era outra pessoa e não mais aquele molecão de 16 anos virjão. Cheguei nela, a cumprimentei. Na hora ela mal me reconheceu, ficou surpresa por eu ter mudado tanto. “Nossa, agora você tá bonito”. Isso soou como uma sinfonia de Beethoeven para os meus ouvidos (e por outro lado pensei “caralho, eu era feio mesmo”). Um amigo nosso ficou cuidando da churrasqueiro, outro se encarregou das bebidas e restante só zoando, falando o que fez ou deixou de fazer da vida.

Não demorei e fui conversar com a Patrícia, afinal, já tinha 10 anos que não a via e muito menos conversava com ela. Eu tinha que impressionar de alguma forma e criar interesse dela pela minha pessoa. A chamei para dançar e de cara ela aceitou. Provavelmente por educação ou porque simplesmente queria dançar. Aproveitei para grudá-la ao meu corpo enquanto dançávamos, falei algumas coisinhas no ouvido dela durante a dança. Só via ela sorrindo, será que era o álcool? Não sei. Mas estava funcionando. Dois pra lá, dois pra cá e uma ideia na mente dela.

O churrasco começou pouco antes do almoço e foi enquanto durou cerveja, ou seja, até umas 18h. Quando acabou o churrasco e a galera estava indo para casa eu combinei com a Patrícia da gente se ver e continuar nos reconhecendo, porque poucas horas não eram o suficiente para “matar a saudade”. Ela topou e disse que era uma boa ideia e ficaria feliz em sair comigo. Então ficamos trocando mensagem durante uma semana mais ou menos até que resolvemos nos ver.

A gente resolveu se ver num sábado, após o meu plantão. Durante o tempo do ensino médio até esse dia eu tinha entrado para a PM. Quando eu saí do quartão fui pra casa, tomei aquele banho, lavei o molecão e fui vê-la.

Ela estava com uma calça jeans justa que dava valor à bunda empinada dela, uma blusa leve e cabelos soltos. Uma delicinha. Eu saí e a cumprimentei e fomos. Essa parte da história é quando a levo pra jantar e blá-blá-blá, então vou pular.

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ep 1

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Chegando ao motel, eu já estava louco para poder foder aquela japa. Porra, nem estava acredito que um dia iria foder gostoso com a Patrícia. Como eu já sabia como iria terminar a noite eu levei as minhas algemas para deixar a brincadeira um pouco mais interessante.

Quando a gente entrou no quarto já estávamos nos beijando, a mão dela estava descendo para pegar no meu pau, apalpou por cima da minha calça e disse “Quero que fique armado a noite toda”. Mal sabia eu que ela era uma cachorra, só soube quando começamos a  transar.

Ela passa com as mãos por trás de mim e percebe a arma, naquela hora ela  olhou dentro dos meus olhos e disse que iríamos brincar com aquilo. Eu não fazia ideia de como, só topei. Tirei as munições da arma entreguei a ela. A princípio ela deixou a arma e as algemas num canto e fomos começar a brincadeira. Sem demora tirei a minha roupa e as dela e tive uma visão do paraíso: que par de peitos lindos! Certo que eu iria me acabar neles. Ela sem demora começou a me chupar, eu estava de pé e ela ajoelhada. Ela chupava meu pau como se a vida dela dependesse daquilo, olhava para cima e como se quisesse saber se estava bom. Estava ótimo! Ela tenta uma ou duas vezes engolir tudo fazendo garganta profunda, e por pouco ela consegue. Caralho, ela colocou tudo sem engasgar.

Eu a levantei e a coloquei na cama, era a minha vez de retribuir. Estava eu lá chupando aquela buceta lisa, raspada e linda. Era uma das bucetas mais lindas que já vi na vida, parecia que haviam passando photoshop. Daqui a pouco o melzinho começa a descer, introduzo dois dedos, vou chupando e subindo pela virilha, barriga até chegar à boca e meus dedos lá em baixo fazendo o trabalho. Ela respira ofegante, gemendo de tesão.

-Coloca a arma dentro da minha buceta.

O quê? A porra da arma? O porra, é sério isso? Fiquei parado por uns 3 ou 5 segundos sem entender direito, mas logo peguei e obedeci. Ela já estava bem molhada e como já tinha introduzido os dedos estava um pouco aberta, coloquei uma camisinha na arma e botei nela. Com um pouco de lubrificante fui, colocava e tirava a arma da buceta dela. Eu nunca havia feito aquilo, e até que a ideia não foi ruim. Consegui reproduzir mais 2 ou 3 vezes com outras mulheres. Enquanto a arma entrava e saia ela se contorcia de tesão. Se era fetiche eu não faço ideia, mas a puta estava adorando.

Depois de, sei lá, 3 ou 5 minutos eu coloquei uma outra arma nela, meu pau. Já estava com as veias pulsando de tanto tesão. Penetrei gostoso nela na posição papai e mamãe, depois coloquei um travesseiro nas costas dela e levantei suas pernas. Metia como se não houvesse amanhã, e qual seria a minha chance de comer ela novamente? Eu tinha que fazer bem feito para poder repetir. Tinha que deixar saudades, tinha que fazer ela ir pensar pensando em mim.

Quando já estava bom eu lembrei de algo interessante que havia levado: as algemas. Parei, levantei e fui buscá-las. Conferi se estava com as chaves, e falei:

-Infelizmente vou ter que te prender. Recebi uma ordem judicial para te prender neste recinto e se você não contribuir terei que utilizar de violência.

Ela sorriu e só disse que eu poderia fazer o que quisesse com ela. A coloquei de quatro, algemei com os braços para trás, coloquei a cabeça dela lá frente no colchão e dá-lhe piroca. Enquanto ela estava de quatro com a bunda bem alta, eu puxava as mãos algemas dela com uma de minhas mãos e a outra dava vários tapas na bunda dela. Alternava em puxar pelos braços e pelos cabelos. Depois de castigar bastante eu a liberei das algemas. Eu estava cansado já. Ela ainda queria mais um pouco, então sentou em mim e começou a sentar como uma puta. Que cachorra, sentava muito. Parecia que queri quebrar o meu pau. Quando eu estava quase gozando pedi para fazer uma espanhola (ela tinha um par de peitos enormes, dava tranquilo), então subi nela e coloquei meu pau entre os peitos e ela apertava eles contra meu pau. Não demorei muito e gozei, voou quase tudo no rosto da vagabunda. Nunca pudi imaginar que ela com aquela aparência de ser tranquila fosse tão safada na cama.

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