Eu sempre fui doido para comer um cuzinho, só que na época a minha ex não tinha coragem. Na época eu sempre tocava no assunto com ela e a única resposta era que um dia ela iria me dar. Ela nunca tinha feito sexo anal, já havia tentado com o um ex anterior a mim, mas tinha desistido.
Eu não ficava insistindo no assunto, mas ela sabia que eu era doido para comer o cu dela. Ela própria dizia que queria tentar, que tinha curiosidade na coisa, porém tinha medo de doer. Os dias foram passando e quando tocávamos no assunto era sempre a mesma coisa: “Só quando casar” ou “Um dia eu te dou”.
Eu sabia que quando ela ficava muito excitada eu teria chances, mas não queria simplesmente entrar e pronto. Queria que ela curtisse também.
Na primeira vez que tentamos a gente estava se pegando na minha casa, estávamos numa pegação gostosa. Tesão a mil, até que começamos a tirar a roupa e a transar. Ela tinha me feito um boquete gostoso, eu já tinha deixado ela toda molhada, transa rolando até que eu vou perto do ouvido dela e peço para comer o cu. Ela estava muito excitada naquele dia, aí ela se sentiu à vontade e quis tentar. Coloquei a camisinha, peguei o lubrificante e passei no meu pau e no cu dela. Fui entrando devagar, colocava um pouco apenas e deixava ela se acostumar. Eu nem bem tinha entrado e ela desistiu. Disse que estava doendo muito e queria parar.
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Com isso a nossa transa também acabou. Depois da desistência o clima para continuar qualquer coisa já tinha ido embora. Eu entendia, era a primeira vez que ela faria aquilo (eu também) e imagino a dor que deva ser. Não faria sentido fazer sexo anal com ela sentindo dor e não prazer.
Certa vez ela comentou com um tom de brincadeira que se eu a deixasse bêbada ela poderia fazer sexo anal, até porque eu já ouvi histórias de umas duas amigas, pelo menos, que elas já fizeram anal por estarem bêbadas, aí não sentiam dor.
Mas eu não queria deixar a garota bêbada, eu queria fazer ela pedir por aquilo. Vez ou outra ela comentava que em tal transa ela estava tão excitada que se eu pedisse ela tentaria, era só pedir. Mas como que eu poderia adivinhar? Pedir todas as vezes é chato, se ela quisesse como disse poderia ter sugerido, não acha?! Enfim, a questionei sobre isso e deixamos quieto.
Passou-se um tempo e veio o tal dia. Eu não sabia o que me esperava naquele dia. Pensei que fosse um dia qualquer, mas comi. Então vamos à parte que interessa. Nesse dia a gente estava na minha casa, não lembro ao certo o que tinha acontecido, mas a gente estava lá fodendo. Puxando cabelo, metendo de quatro, vendo aqueles peitos pequenos balançando, ela sentando na minha vara.
-Amor, deixa eu comer seu cuzinho?
-O quê? Você quer meu cu?
-Sim, você deixa?
-Tá bom, vamos tentar.
Levantei na hora, coloquei a camisinha e o lubrificante tanto no meu pau quanto no cu dela. A coloquei de quatro e fui entrando devagar. Nem tinha entrado nada e ela estava “fechada”, eu sabia que iria demorar um pouco. Coloquei e fui entrando, ela gemia de dor. Apesar de “estar entrando” não tinha ido nada ainda, aí ela desiste. Paramos, e pouco tempo depois ela quis tentar mais uma vez. Fui todo paciente novamente, coloquei um pouquinho, e fui ganhando quando dava. “Relaxa”. “Posso ir mais um pouco?”. “Relaxa que está indo”. “Tá entrando, amor, fica relaxada que vai”.
Quando passou a cabeça foi uma vitória, o resto ganhamos em pouco tempo.
-Entrou, amor.
-Sério, entrou?
Aí fui metendo devagar. Eu entrava e saia (sem tirar). Fui fazendo os movimentos devagar para tanto ela relaxar cada vez mais quanto também aproveitar. Finalmente comi o cu dela. Não comi por muito tempo, afinal era a primeira vez e em pouco tempo ela pediu para tirar. Mas a partir dali já não era mais tão difícil tentar. Se bem que depois dessa vez só fizemos mais uma única vez e depois e terminamos.
-Agora você não vai terminar comigo não, né, amor?
Risos – Claro que não. Imagina.
-Já não resta mais nada para você comer – risos.
-Você gostou? – Perguntei a ela.
-Nossa, muito! Dá muito tesão. Mais do que na pepeca.
E de fato não terminei, ela quem terminou comigo kkkkkkkkkkk. Foda.
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