Estava eu mexendo num site de relacionamento há uns 2 anos aproximadamente, e um perfil mandou mensagem para mim. Neste site é muito comum ter casais (muito mais que solteiros) e um desses casais me chamou, aliás o marido que me chamou para conversar. O marido queria arrumar alguém para ficar com a esposa dele, mas ela não era adepta a esse tipo de relacionamento, pela conversa ele tentava estimular a esposa a realizar o sonho dele, contudo sem sucesso até então.
Ela não curtia esse tipo de coisa, e pelo que entendi na época ele não forçava a barra. Na conversa ele deixou claro para mim que queria ser corno, queria ver a esposa com outro cara. Como ser corno se a esposa não quer cornear? Ele vivia nesse dilema até me conhecer. O rapaz veio até a mim pelo site porque havia gostado das minhas fotos e queria que eu pegasse a esposa dele. Mandou-me fotos da esposa, e era bonita. Mas não tinha cara que seria fácil concluir essa tarefa.
Aceitei o desafio e fui pegando algumas informações que precisava como: onde eles moravam, os hábitos dela, profissão e hobby. Algumas dele também. Durante a conversa eu soube que ela era professora substituta onde eu estudo. Isso é um ponto positivo, só teria que trabalhar em cima disso. E soube que ela curtia muito série tipo Game of Thrones e Breaking Bad. Dessas duas séries Breaking Bad eu já tinha visto, faltou então Game of Thrones.
Apesar da esposa trabalhar num ambiente em que eu estudo, eu jamais a tinha visto. Foi então que com as informações que ele me passou comecei a estudar uma forma de chegar a ela. Então tentei “trombar” algumas vezes com ela na biblioteca e na cantina. A intenção era que ela me conhecesse de algum lugar, mesmo que só por vista e criar uma memória visual minha.
Nesse meio tempo eu ia jogar bola com o esposo e os amigos dele, pois eles tinham um grupo de futebol todas quintas-feiras à noite. Essa era uma parte do plano, ser amigo próximo. Numa dessas quintas-feiras, ela foi levar alguma coisa para ele e depois que ela foi pra casa ele deu ideia de eu ir pra casa dele com alguma desculpa esfarrapada após o jogo. Fui com a desculpa de receber por algum serviço que nunca fiz, entrei e fomos até a cozinha. O marido me apresentou a ela e então ouvi o seguinte “Eu te conheço de algum lugar”. O marido sacou e respondeu que eu estudava no mesmo lugar que ela dá aula. Ficamos conversando um pouco e vim pra casa.
A próxima parte do plano era eu ser próximo dela também. Chegamos a conclusão que a instituição de ensino poderia nos ajudar, mesmo que cursos distintos. Peguei um trabalho pronto que eu tinha e enviei para o marido. A ideia era a seguinte, ela me “ajudar” com o projeto (trabalho). Utilizaria de uma visão por fora, vamos dizer assim, e ajudaria com formação, ABNT e essas putarias (mentira pura).
Utilizando do rapaz viajar bastante a trabalho e ela ficar muito sozinha em casa, seria uma combinação perfeita. Então cada vez mais eu ia a casa deles, e como o futebol terminava tarde, eu ia pra casa deles e tomava banho lá (ideia do cara) e vinha para casa. Ele várias vezes nos deixava a sós de propósito, mas eu tinha que ir com calma. Ela não era do tipo que iria trair tão facilmente, eles não brigavam muito, o cara parecia ser um bom marido. Aí me fodia. Se ele fosse um péssimo marido, brigas frequentes e carência por parte dela seria um prato cheio, mas não era o caso.
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Dei ideia deles brigarem por um motivo bem fútil, somar ao fato de viajar e ela ficar sozinha, aí seria a hora de entrar em ação. Mas antes disso acontecer eu precisava amaciar a carne, não poderia ir com sede ao pote. Então peguei contato dela, fui introduzindo uma certa afinidade, cada vez mais eu estava na casa dos dois e tentava conduzir um papo legal. Sabe as séries? Foi muito bom eu ter visto, pois no início utilizei disso para quebrar o gelo e sempre ter o que conversar, afinal ela é muito fã dessas séries. Conforme o papo ia rolando eu tinha mais com o que conversar com ela, com o que debater e descobria mais afinidade e coisas em comuns, aí o papo ficava muito bom e agradável. Quando percebi que ela já estava mandando mensagens para mim em alguns dias e se eu sumisse ela perguntava por mim ao marido ou mandava um famoso “Ei, sumido”. Rapaz, era o sinal.
Essa brincadeira durou incríveis 6 meses. Tenho certeza de que se eu chegasse antes poderia por tudo a perder. A paciência seria recompensada. Quando ele comentou que ela perguntou por mim só respondi “Mano, sério que sua esposa perguntou por mim? Então está na hora de finalizar”. Estava quase tudo pronto, só precisávamos de um motivo para ela trair. Só tínhamos que pensar num gatilho que a faria pensar “O canalha merecia”. Não sei no que ele pensou, mas parece que tiveram uma briga feia, e como eu já mandava várias indiretas nas últimas semanas, seria questão de ficar a sós com ela. O marido então me mandou uma mensagem dizendo que no dia tal ele iria sair e só voltaria uns 5 ou 7 dias depois.
Agora soma o seguinte, por orientação minha eles já não estavam transando há mais de um mês, logo ela estava começando a ficar carente; eles estavam brigando; havia um carinha (eu) que sempre a elogiava e dava em cima dela, mas ela não cortava (excelente sinal) isso é igual ao sonho do cara. Aí chegou o tal dia da viajem, inventei uma desculpa de ir buscar alguma coisa na casa deles.
-Fulana, o @ não está respondendo às mensagens. Ele te disse que eu preciso buscar um tênis aí?
-Oi, ele viajou e deve ficar uma semana fora, estou sozinha em casa no momento.
-Ah, sim. Poxa, mas eu precisava de pegar o tênis logo…
-Se quiser você pode vir, estou em casa agora.
Rapaz, só fui. Era coisa de 19h. Peguei o ônibus e fui lá. Quando cheguei ela me recebeu bem, me abraçou (nunca tinha feito isso antes) e orientou que eu entrasse. Ela parecia meio chateada com algo (eu já sabia o que era) e perguntei se estava tudo bem. Então a esposa do cara começou a desabafar, sentamos no sofá e ela tá que fala. Elogiei várias vezes, colocava as mãos na coxa dela, olhava nos olhos e demonstrava me importar. Depois de um tempo falei o seguinte:
-Fulana, tem algo que eu quero fazer, mas acredito que não seja o certo.
-Hm, fala.
-Depois disso tudo que você me contou, eu não consigo me conter. – Aí fui pra cima dela e roubei um beijo.
A primeira reação dela após o beijo foi de ir pra trás “Você tá louco?”. Eu não sabia o que fazer, porra, será que depois de 6 meses investindo não vai dar em nada? Fiquei confuso. “Você sabe que sou casada”. Imediatamente eu me desculpei e pedi perdão várias vezes. Quis me levantar e vir embora. “Você está certa, uma mulher maravilhosa como você não faria algo assim”. Quando eu levanto do sofá ela segura a minha mão e pede para que eu ficasse. “Se você não contar a ninguém, eu quero saber até aonde você vai”.
PORRA! É GOL! Dei um sorrisinho e imediatamente me sentei e continuei a beijar. Confesso que eu não imaginei que daria certo, mas por fim deu e eu estava lá já quase comendo a mulher do cara. Enquanto eu estava beijando-a, eu pegava nos peitos por cima da blusa que ela usava e dava uns puxões de cabelo (aproveitei que ela usava um rabo de cavalo, facilitou muito). Ela mesma já foi tirando a roupa dela e as minhas, me deixou nu na sala do apartamento deles.
-Vem meu garotão, me fode como eu acho que você deve foder.
Eita porra! E aquela professora pacata? Agora eu entendi por que o marido bastou ficar pouco mais de um mês para ela ficar carente, a mulher era sedenta por sexo. Queria porque queria ser penetrada. Coloquei o meu molecão para fora e coloquei aquela puta para mamar. Não demorou e já pediu pra eu começar a foder a boceta. Eu juro que queria ter tirado fotos e filmado para mandar pro corno com a legenda “Estou realizando teu sonho”. Comecei a foder aquela cachorra no sofá deles, e terminamos na cama do casal. Ela não era de gemer, mas era bom vê-la de olhos fechados enquanto eu metia gostoso e fundo. De repente ela sorri pra mim e diz que estava com vontade de dar o cu. Na hora ela ficou de quatro e pediu pra eu penetrar. Coloquei devagar naquela bunda enorme, entrei e sem demora ela falou pra eu foder forte. Como sou obediente eu só atendi às ordens. Soquei fundo naquele rabo, aí sim ela começou a gemer. Gemia de prazer, gemia gostoso, gemia com vontade. Gozamos.
Durante a vinda pra casa mandei mensagem pro cara, avisei que tinha comido a mulher dele do jeito que ele sempre quis. A partir dali ele voltou a introduzir a ideia da esposa dar para outro cara e ela teria a total liberdade de escolher quem quisesse, que independentemente da escolha ele não ficaria triste ou magoado. Adivinha quem ela escolheu? A pessoa que vos escreve. Ela não sabe da nossa tramoia, mas hoje eu como ela na frente dele, ele curte, eu curto e a esposa também.
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