O ATENDENTE DA PADARIA

Gente, tentarei ser breve na minha história. Eu me chamo Lúcia e conheci esse rapaz na padaria, o Ricardo. O Ricardo é um rapaz tudo de bom. Tem estatura média/alta, moreno, conversa bem, muito atencioso, bonito e muito educado. Ele trabalha numa padaria aqui próximo onde eu moro, só que eu nunca tinha tomado uma iniciativa. Acho que dificilmente ele daria em cima de alguma cliente também, então a decisão tinha que sair de mim.

A princípio eu não sabia o nome dele, até que um dia eu fui à padaria e os pães estavam assando ainda. Para não voltar para casa e ter que ir novamente eu fiquei por lá mesmo e fui conversando com o rapaz para saber mais da vida dele. Perguntei tudo que tinha que perguntar e a única coisa que me interessava era se ele namorava, e para a minha sorte o jovem era solteiro. Assim que os pães ficaram prontos eu comprei e voltei para casa.

Logo que cheguei em casa já peguei o celular e fui caçar o perfil dele no facebook para stalkear. Fiquei ali por longos minutos olhando as fotos dele. Não tive coragem de mandar solicitação de amizade. Os dias foram passando e acho que cada vez fiquei mais apaixonada por ele. Comentei com algumas amigas sobre o Ricardo da padaria, para a minha surpresa elas não tinham conhecimento de que ele já namorou alguém do bairro. Achei muito estranho, até porque o rapaz é muito lindo.

Cada vez que eu ia à padaria eu ia com uma roupinha mais chamativa, queria tentar seduzir ele de alguma forma. Eu pensei em várias formas de vê-lo fora daquele ambiente, mas nunca consegui. Parece que ele não era de farra, então à noite ou estudava ou estava em casa (meu Deus, se der certo quero quero casar com ele haha).

Pensei em várias formas, pensei em pedir para alguma amiga ir falar com ele. Mas por fim pensei na melhor forma possível: ser direta. Eu estava decidida e ficar com aquele homem. Eu queria dar para ele. Queria descobrir se os meus sonhos e imaginações iam longe demais sobre ele. Eu pensava quase todos os dias nele, pensava nele me comendo de forma bruta, de forma romântica, de forma qualquer que fosse.

Então tomei uma atitude e fui objetiva.

-Olá, bom dia. Me vê 6 pães franceses.

-Aqui está, moça. Deseja mais alguma coisa? – Confesso que parei por alguns segundos, meu coração saltou. Eu nunca fui de fazer isso, poucas foram as vezes que tomei atitude assim, pois sempre eles que chegavam e puxavam conversa comigo ou pediam meu telefone. Mas ele era diferente, eu sentia que ele era a pessoa mais doce do mundo e alguma coisa dizia “é ele”, a minha pepeca também queria conhecer o “Ricardão”.

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-Sim, eu quero mais alguma coisa. Quero seu telefone.

-É sério mesmo? – risos.

-Sim, qual é a graça?

-Não, nenhuma. É que nunca imaginei que isso fosse acontecer.

-Isso o quê? Eu pedir seu telefone?

-Não. De uma mulher pedir pelo meu telefone aqui na padaria. Mas sim, anota aí.

Nossaaaa. Eu fiquei muito feliz. Não tinha certeza de que iria dar certo, mas eu teria que tentar. Se ele se recusasse a me passar o telefone dele certamente eu NUNCA MAIS VOLTARIA ÀQUELA PADARIA! Iria morrer de vergonha de vê-lo novamente rsrs.

Bom, consegui o telefone do gato e durante a semana a gente foi se conhecendo e assim que chegou o final de semana a gente se encontrou na pracinha. Ele estava muito gato, usando um perfume que marcou a minha cabeça. Até hoje eu sinto aquele aroma. Um homem bonito que conversa bem e cheiroso é tudo que eu queria naquele momento na minha vida. Quando nos encontramos a gente tomou um açaí e fomos para um lugar mais reservado (se é que vocês me entendem). Era uma arvorezinha, meio escurinho e nos beijamos. Meus deus, que beijo gostoso. Ele tinha mãos grandes, um abraço apertado, boca gostosa de se beijar. Eu não queria parar nunca mais de estar ali abraçado com ele. Ele me apertava contra a virilha dele e eu sentia aquele volume, mas eu estava doida para sentir aquele volume dentro de mim. Mas como? Era um ambiente público.

Depois ele me acompanhou até a minha casa e nos despedimos beijando novamente. Assim que ele foi para casa eu estava molhadinha, mas não tinha como entrar na minha casa com ele, havia pessoas lá. Eu estava doida para dar para ele e não pude, o jeito foi me consolar sozinha no meu quarto. Ficamos mais umas 2 ou 3x, e a vontade de dar só aumentava. Eu acho que ele queria foder comigo também, cada vez ele me apertava mais, acariciava os meus peitos e a minha bunda.

Aí eu tomei a decisão mais ousada até hoje na minha vida. Dei pra ele na frente de casa. Era tarde da noite, já quase não passava ninguém na rua, naquela semana um dos postes (o da frente de minha casa) estava queimado uma das lâmpadas, então exatamente em frente a minha casa estava mais escuro que o normal. Logo ao lado de minha casa há umas plantinhas altas, não sei o nome delas, de aproximadamente 1,3 m de altura. Quando ele me levou para casa, eu o conduzi até essas plantas e começando a nos beijar ali. Estava escuro, estávamos meio escondidos, tarde da noite, eu com tesão, ele com tesão é igual a uma oportunidade de fazer loucura.

No meio do beijo eu comecei a palpar o pau dele sobre a bermuda e aos poucos fui introduzindo a minha mão lá dentro, ele ajudou abrindo um pouco e comecei a masturbar o rapaz. Que pau grosso, não era muito grande, mas enchia a minha mão de tão grosso. Eu acabei me empolgando e chupei ele ali mesmo. Foda-se. O tesão estava me deixando louca já. Chupei aquele pau todo, só de lembrar me dá água na boca de tão bom que foi.

Ele também já estava empolgado e me colocou num ressalto que tinha ali, abaixou um pouco a bermuda e a cueca, levantou a minha saia (sim, eu estava de saia e já saí de casa com a intenção de dar caso tivesse coragem) e colocou a calcinha de lado e me comeu ali na calçada. Nossa que pau gostoso, me preenchia toda. Entrou fácil, eu estava já estava molhada e como babei o pau dele todo, a penetração foi tranquila. Ele metia do jeito que dava, eu abraçava do jeito que dava, transamos na rua do jeito que dava. NOSSAA. Enquanto eu escrevo isso eu lembro e começo a sentir uma nostalgia, uma vontade de repetir, pois a adrenalina de alguém sair de casa ou passar um ser na rua existia. Escrevo meio que rindo das loucas que já fiz, incluindo essa.

Claro que não poderia durar muito a transa, foi uma rapidinha. E sabe como ele finalizou? Na minha boca. Gente, tudo naquele menino era bom: ele era bom, o papo era bom, o pau era bom, o beijo era bom, a pegada era boa, até a porra era boa ahahah.

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