Eu me chamo Daniel e a minha amiga Emily. A gente se conhece desde sempre. Eu era o carinha por quem a Emily sempre foi apaixonada, só que como éramos crianças e eu sonso, nunca quis nada com ela. Até que os anos se passaram e ela cresceu e se tornou um mulherão da porra. Uma morena linda, gostosa, estudada e independente.
Quando éramos crianças a gente estudava juntos quase que desde o infantil até o ensino médio. Já naquela época ela ficava correndo atrás de mim, mas eu a achava feia e nem um pouco atraente. Então nunca quis ter nada com ela. O tempo foi passando e chegou a adolescência, ela já tinha melhorado muito. Estava se tornando uma garota bela. Não sei porque mas ainda não me chamava atenção, talvez fosse porque sempre estávamos perto um do outro.
Durante essa fase de adolescência ela ficava com os carinhas, aproveitava que estava mais bonita e solteira e curtia a vida. Eu vendo aquilo comecei a ficar com certo ciúmes, até porque ela corria atrás de mim, e naquele momento já não estava acontecendo aquilo. Eu não era mais uma opção. Agora ela poderia selecionar, mas como ela já estava ficando com vários caras ela começou a ter uma fama de fácil. Foi nesse momento que ela deu uma trégua e ficou mais quieta na dela. Ninguém quer ter uma má reputação na comunidade onde mora…
Ela tinha se mudado para outra cidade, voltado e nesse meio tempo eu perdi contato com ela. Na verdade desde os 13 ou 14 anos que não conversava direito mais com ela. Só a via de vista e era muito. Até que no aniversário de 20 anos dela ela me convida
-Mano, a Emily vai fazer uma festinha de aniversário na casa dela. Ela falou que é para te chamar também.
-Ué, sério? Tem tempo que não converso com ela.
-Mas vamos, pô. Vai ser legal e vai ter comida de graça.
-Demorou, bora então.
Quando deu o horário de sair o meu amigo passou aqui em casa e fomos juntos para a casa da Emily. Chegando lá a cumprimentei, abracei e parabenizei pelo aniversário e todas aquelas “formalidades”. Ajudei no churras e a montar o som que um amigo nosso levou. Mas aí surgiu um b.o., a mãe da garota é evangélica e não deixou que a gente ligasse o som. Daora, o aniversário praticamente só teve comida e refrigerante, pois como eu disse a mãe dela proibiu certas coisas.
Aniversário rolando, conversa rolando, novidades sendo contadas e então em dado momento ela chega para mim e diz “Dani, me passa seu número”. Na hora eu passei o meu número para ela. E a partir dali começamos a desenrolar um papo.
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Os dias foram passando e a conversa foi acontecendo. Os dias foram passando e a ideia de foder foi acontecendo. Os dias foram passando e a certeza de foder foi acontecendo. Nós já tínhamos muita intimidade, e essa reaproximação só provou que em pouco tempo já falávamos de tudo. Em pouco tempo ela já mandava fotos pelada, fotos da boceta, fotos com os dedos melados. Em pouco tempo eu já tinha certeza de que iria comer aquela garota. Lembra do que falei no início? Se não lembra vou dar um CRTL C + CRTL V “Até que os anos se passaram e ela cresceu e se tornou um mulherão da porra. Uma morena linda, gostosa, estudada e independente”.
Eu tinha sim, naquele momento, vontade de transar com ela. Não sei dizer quando que essa vontade apareceu, mas surgiu e eu passei a querer aquele corpo dela. Mas ela primeiro tirou com a minha cara. A princípio, mesmo mandando fotos, ela falava do ex que era isso e aquilo, do ex que era grosso, que haviam terminado há pouco tempo. Ex isso, ex aquilo. Eu não queria saber, não iria querer nada a sério mesmo.
Aí marcamos, a ideia era eu ir à casa dela, mas como os pais são evangélicos e eu dificilmente poderia ficar a sós com ela, teria que ser com os pais em casa. Então ela deu ideia de eu ir “consertar o computador” deles que fica no quarto dela, e nessa brincadeira ela iria me mamar gostoso. Na hora topei, claro que não perderia essa oportunidade. Fiquei aguardando e nada dela confirmar.
Uma outra ideia foi de esperar a mãe ir trabalhar e o pai viajar a trabalho. O pai dela quando viaja fica muito tempo fora e a mãe faz plantões de 12h. Eu poderia ir suave para a casa dela foder gostoso. Fiquei aguardando e nada dela confirmar. Eu já comecei a ficar com o pé atrás. Aí percebo que ela some do WhatsApp, e depois de uns dias soube que ela tinha voltado para o ex. Caraio, não era o cara que era grosso e os caralhos a 4? Bom, deixei suave e segui a minha vida.
Momentos depois soube que eles terminaram de novo. E então ela já veio com um papo de “amizade colorida”, que seria apenas sexo, aquela curtição. Opa, é comigo mesmo. Nas conversas ela falava cada putaria, pedia para que eu gozasse na boca dela, pedia para que eu a comesse por horas, ela dizia que queria ser castigada. Cada frase dela eu ficava mais louco de tesão.
Novamente marcamos, dessa vez na minha casa. Seria numa tarde, não teria ninguém lá. Desculpas não seriam aceitas. Coloquei na minha cabeça que seu eu não a fodesse naquele dia não teria outro dia. Mesmo que ela aparecesse nua na minha frente eu iria rejeitar. Porra, já estava brincando comigo. Desta vez ela apareceu lá em casa.
Parecia nervosa, nunca tinha visto ela daquele jeito. Ela entrou e sentou no sofá, como ela mandava umas putarias loucas pelo celular eu não perdi tempo e caí matando em cima dela. Mas estranhei que ela não estava sendo tão receptiva assim, aos poucos foi se soltando e melhorando, mas faltou muito para ficar bom. Pensei que poderia ter sido o ambiente, então a levei pro quarto. Tranquei a porta e parti para cima. Tirei a minha roupa e a roupa dela, nessa hora ela já estava mais tranquila, contudo muito tensa ainda. Fui conduzindo para que ela ficasse relaxada, fui no tempo dela. Não fazia nada que ela não se sentisse bem.
Custei, CUSTEI MUITO. Mas aos poucos ela foi relaxando e deixando eu fazer as coisas. O que antes não poderia nem por a mão na boceta dela, ela já deixava introduzir meus dedos. Antes não poderia puxar o cabelo, agora era possível. Antes ela não queria me chupar, agora caiu de boca. Tá certo que o oral não foi aquilo que ela prometeu, raspou algumas vezes os dentes, não chupava igual a outras, mas do jeito dela até que gostei. Aos poucos fui percebendo que ela não era tão experiente quanto ela dizia. Aos poucos fui notando que ela era um mulherão da porra com medo de menina virgem.
Conforme o desenrolar da transa fui conquistando a confiança dela. Notei que a boceta já estava bem molhada e logo botei meu pau nela, ela parecia meio apavorada, mas em pouco tempo deixou eu por tudo. Meti devagar para não assustar, fui fodendo aos poucos. Beijava, acariciava. Eu utilizava do toque, do sussurro, do paladar. Tudo que me era possível eu utilizei para satisfazer aquela morena.
Até que a coloquei de quatro, ela empinou aquela rabão mulato, vi aquela bocetinha já aberta e melada e comecei a socar. Já não estava mais me importando em ser gentil. Apertava as nádegas dela, batia, puxava-a pela cintura contra a minha. Vi aquele cuzinho pro meu lado e fiquei tentado por algo nele. Fui passando a minha mão direita na nádega direita dela, até que posicionei meu polegar direito no cu. Deixei em cima sem pressionar. Conforme notei que ela relaxava eu apertava um pouco. Não demorou e eu coloquei um dedo no cu dela e metia sem dó meu pau na boceta.
Já estava durando muito aquela transa, eu já estava começando a ficar cansado, aí ela sentou no meu colo. Foi nessa hora que soube que ela realmente não era aquilo que vendia, não sei dizer se ela teve poucos parceiros, mas ela sentava como uma novata no assunto, não dominava assim como vendia o peixe dela.
Eu curti o sexo, foi diferente e bom, mas já estava na hora de terminar. Aí coloquei ela de joelhos e perguntei “Quer leitinho, minha puta?”. Ela balançou a cabeça com sinal de positivo e gozei na boca. Ela não curtiu tanto assim a porra e cuspiu fora. De fato eu esperava mais, eu achei que fosse ter uma das melhoras transas que já tive. Ela tinha tudo para ser foda, mas acho que ela teve algum tipo de bloqueio, não sei.
Mas a gente continuou transando e com o passar do tempo ela foi se soltando mais. Hoje em dia ela é aquilo tudo que falava. Hoje ela fode de verdade, mas fica para outro dia. Essa foi apenas uma introdução da nossa história como amigos coloridos.
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