BRINCADEIRA NO ESTACIONAMENTO

Fala ae, pessoal. Eu vou descrever tanto como eu sou e a garota (Tay) que fiquei essas semanas atrás para que você possam imaginar mais ou menos como aconteceu a transa. Sou loiro, 1,83 de altura e magro para atlético. A garota é morena, magra, em torno de 1,60, coxas médias e peitos pequenos. De rosto ela é uma princesa, cabelos cacheados e volumosos, boca carnuda, olhos penetrantes e nariz pequeno.

Eu a conheci num aniversário de criança. Sim, meus caros, num aniversário de criança. O filho de um amigo estava completando três anos de idade e esse meu amigo mais a mulher dele queriam comemorar com uma festinha. Esse meu amigo chamou as pessoas mais próximas dele e alguns colegas de trabalho, enquanto que a mulher também vez a mesma coisa. Essa garota, a Tay, é uma colega de trabalho da mulher dele.

O aniversário aconteceu num sábado a partir das 18h. Eu tenho um mal hábito de me atrasar e quando cheguei ao aniversário já havia começado, assim que cheguei lá nem vi quem estava na festinha. Fui em direção à criança para parabenizar e dar um brinquedinho. Depois fui ver os pais e conversar um pouco. De imediato eles me deixaram à vontade e trouxeram algo para comer.

Sentei-me junto a alguns colegas e enquanto eu comia um colega meu percebeu que a morena me encarava. Até então eu não tinha percebido nada e após isso passei a observar se era verdade ou k.ô. dele. Fiquei surpreso, pois de fato ela mantinha os olhos em mim. Eu saí de casa na moral para o aniversário, e quem ganharia o presente seria eu? Eu só precisaria chegar e desenrolar a situação.

Antes que eu tomasse qualquer atitude a mulher do meu amigo veio e me chamou para conversar num canto. “Olha, eu tenho uma colega de trabalho que está interessada em você”. Demorou, só vamos. Eu estava sem pegar ninguém mesmo já há um tempo e a garota era muito linda.

Fui apresentado a ela e me sentei à mesa para desenrolar o papo. Estava tudo indo bem e marcamos de sair algumas vezes, mas sempre rolava apenas beijos. Eu confesso que depois da terceira vez que saí com ela já estava querendo foder gostoso. Quando a gente saía eu a abraçava e meu cacete ficava duro igual a pedra. Como sou mais alto do que ela meus braços pegavam o corpo todo dela, minhas mãos encaixavam perfeitamente nas nádegas dela. Quase que a contorcia durante os beijos, não tinha como não ficar duro de tesão.

Na quinta ou sexta vez que a gente iria sair ela resolveu dar ideia de irmos ver um filme que estaria em cartaz tal dia. Nem lembro do que era, só sei que ela realmente estava a fim de ver aquilo e queria uma companhia para tal. Bom, eu fui. A busquei em casa e fomos ver o tal filme. Não sei se ela tinha se vestido daquele jeito de propósito, mas ela estava vestida da seguinte forma: vestido preto curto (para um filme?), uma sandália com salto baixo (não sei o nome dessas coisas), relógio dourado no punho e um perfume que ficou na minha cabeça durante dias de tão marcante que era.

Enquanto estava nos trailers a gente trocou um pouco de saliva lá dentro da sala do cinema, e como estava escuro ela acariciava por cima da minha calça o meu pau. Logo na primeira vez que ela passou a mão por cima eu já fiquei louco, tesão tinha subido bastante (será que ela me masturbaria aqui?). Segurei pela nuca com uma das mãos e o beijo ficou mais quente, até que a porra dos trailers acabaram e ela resolveu se voltar para ver o bendito filme.

Eu estava acompanhado  por uma beldade em pessoa. Não queria estragar tudo com ela, pois demonstrava ser uma garota legal. Contudo a vontade de foder só aumentava. Mano, juro que não lembro que filme era, mas tinha certas cenas picantes, eu via aquilo e me atiçava. Eu olhava para ela quando tinha alguma cena contendo safadeza e ela me olhava de volta. Passavam várias coisas na minha mente, uma delas era ela sentando em mim ali dentro mesmo. Foda-se o que achariam. Mas infelizmente a sessão estava cheia.

Quando terminou o filme a gente saiu comentando sobre o que cada um achou, comentamos sobre as cenas ousadas que teve. Aí ela perguntou-me se eu já tinha feito sexo em algum ambiente inusitado. Contei que sim, no caso duas ocasiões: uma na escadaria de emergência do meu prédio e outra com uma ex-namorada em que a gente transou (rapidinha) no quarto que não tem porta e a irmã dela estava na sala que fica praticamente de frente para o quarto onde estávamos. Depois ela comentou que nunca tinha feito aquilo e achou interessante uma das cenas do filme em que o casal transa no estacionamento do supermercado.

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ep 1

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Quando ouvi aquilo não pude perder a oportunidade.

-Ah, mas isso é fácil de resolver. Nós estamos no cinema e meu carro está no estacionamento.

-Hmm. Qual a sua ideia então? – E ela me fez uma cara de safada, só faltou morder o lábio e me encarar.

-Você tem uma vontade, eu te darei a oportunidade de repetir a cena do filme.

Assim que chegamos ao estacionamento eu observei como estava o movimento das pessoas naquele local, e ,no carro, olhei para ela e nem perguntei nada. Apenas abri as portas e entramos. Coloquei a chave na ignição e deixei. Olhei para ela já puxei roubando um beijo. Não sei se posso dizer que roubei, pois ela praticamente estava esperando por aquilo. Enquanto a beijava, eu passava a mão pelo corpo dela. Ordenei que saísse e entrasse pela parte de trás do carro. Aproveitei que o insulfilm era bem escuro e brinquei bastante ali dentro. Ela estava usando um vestido preto como comentei no início, uma calcinha fio-dental (não lembro a cor) e não tinha sutiã. Enquanto a beijava ela já começara a tirar o meu cinto e a abrir a calça. Quando ela desceu minha calça, eu me posicionei no banco de trás e a coloquei sentada voltada de frente para mim sentada no meu colo, ela sentou-se de modo a dobrar os joelhos e encaixar perfeitamente sobre mim.

Cada vez que respirava eu ficava com mais tesão com aquela morena sentada sobre meu pau, cada vez meu pau ficava mais duro com aquela morena sentada sobre ele. Levantei um pouco o vestido dela, coloquei o pau para fora da cueca e ela se encarregou de escorregar sobre ele. Sem dificuldade (estava melada já) ela sentou e deixou ele entrar. Sentou-se devagar e quando entrava mais e mais ela suspirava. Aquilo parecia música para os meus ouvidos. Ela sem demora começou a fazer aquele balanço de ir para frente e para trás com meu pau lá dentro, esfregava-se em mim. Desci mais a calça para ficar melhor para ela.

Enquanto ela estava naquela posição eu dei um jeito de por os peitos dela à mostra e chupar aquelas bençãos. Eram do tamanho de uma laranja. Os peitos dela eram firmes, redondos e macios.

-Vai, amor, chupa meus peitinhos, chupa.

Não era nem preciso pedir. Eu estava me matando neles, chupava com vontade. De repente ela parou de esfregar, se posicionou diferente. Como ela é pequena, colocou os pés no banco e usou dele para subir e descer. Apoiou as mãos no encosto para cabeça do banco traseiro e sentava como uma verdadeira vagabunda. Quando passava um carro com o farol acesso, ela parava e descansava no meu colo. Quando ela cansou pediu pra eu comer ela. O carro não é grande, então eu tive certa dificuldade para foder aquela delícia ali dentro, a posicionei como deu e metia forte, com força e rápido. Lá dentro estava começando a ficar muito quente. Nós já estávamos suando bastante, o risco de sermos pegos era grande, o que deixava a transa muito boa e gostosa.

Coloquei aquela morena de quatro e primeiro chupei a bocetinha dela e depois o cuzinho, coloquei meu pau na boceta e fui pra finalizar. A minha virilha batendo na dela estava fazendo muito barulho, eu estava começando a ficar exausto e então gozei nas costas dela.

Ela tinha papel na bolsa e se limpou, olhou pra mim e deu um sorriso lindo, que até hoje não esqueço. Nos arrumamos e fomos para frente, liguei o ar (eu dei mole, nem lembrei de ligar antes) e fui levar a moça para casa.

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