A história de hoje é uma que aconteceu há muitos anos (e põe anos nisso). Eu era garotão na época um vizinho meu tinha uma prima. Por causa dela até hoje meus primos me zoam, mas a garota hoje em dia até que está bonita e encorpada.
Esse meu vizinho morava exatamente ao lado de minha casa e eu passava bastante tempo lá. Vez ou outra vinha uma prima dele, que chamarei de F, ficava brincando com a gente lá na casa dele. Ela é, se não me engano, um ano mais velha do que eu. E na época ela era bem magrinha. F sempre utilizou de cabelos curtos, sempre foi magra, branquinha e tem uma “personalidade forte”.
Eu confesso que tenho uma tara por magras e como ela sempre esteve no meio com a gente a atração não era difícil de se entender. Ainda mais por ser jovem e com os hormônios a flor da pele. Ficávamos lá na casa desse vizinho à toa e ela começou a frequentar mais a casa do primo.
Eu era amarradão nela, então aos poucos fui me aproximando dela. Para a minha sorte ela correspondia bem. Eu me aproximava tanto na casa desse meu vizinho quanto na escola. Essa garota na escola era aquela pessoa que a escola toda conhecia, saca? Já eu era só mais um qualquer. Como ela tinha essa “personalidade forte” ela havia se tornado bastante popular. Eu por outro lado temia que essa popularidade dela poderia arruinar a minha aproximação. Que nada, ela não ligava para essas coisas e certa vez quando voltávamos para casa ela praticamente “solicitou” que eu a levasse até à casa dela. Ela usou de pretexto de um personagem de novela que fazia sucesso na época no qual agarrava as mulheres na novela “Me leve até em casa, não quero ser pega pelo ~personagem da novela~”.
Eu abobalhado (sem maldade nenhuma) fui. No meio do caminho – que já era próximo a casa dela – ela começou a falar sacanagem, se eu teria coragem de ficar com ela e os carai a 4. Meu amigo, já comecei a ficar paudurecido só com a conversa e claro o que disse que teria coragem de ficar com ela, afinal era bonita (nem tanto, nem tanto). Na verdade ela parecia ser bem cachorrinha.
Fomos indo e assim que a gente chegou à casa dela me perguntou se eu não estaria com cede e se não gostaria de entrar e tomar água. Nesta hora notei que não havia ninguém lá, pois ela pegara as chaves da casa e já ia abrindo. Na hora pensei que se de fato não tivesse ninguém daria bom para mim. Do contrário pelo menos iria para casa sem cede.
Entramos e ela pegou um copo com água e me entregou e imediatamente depois disso soltou “Nossa, tá quente hoje, né?!”. Concordei enquanto tomava minha água e sem mais nem menos ela ficou de sutiã na minha frente “É tão bom ficar em casa à vontade, eu estava louca para chegar e ficar sem roupa”. Moleque, na hora só olhei e perguntei se ela não queria tirar mais nada. Ela sorriu e “Tirar mais o quê? O short? Talvez, só se aqui ficar mais quente”.
Com uma resposta dessa não tive dúvidas. Fui pra cima, joguei a mochila no chão e imediatamente comecei a tirar a minha camisa. Abracei aquele corpo e sem demora caí de boca nos peitinhos pequenos dela. Estavam pouco suados, e quem disse que liguei pra isso? Saboreei cada centímetro disponível.
Fomos pro sofá. Coloquei o meu dedo do meio na boceta dela e em pouco tempo estava ficando cada vez mais molhado, não demorei muito e coloquei o segundo dedo também. Os meus dois dedos na boceta dela estavam fazendo-a gemer gostoso. Eu a calava com a minha língua e os dedos trabalhando gostoso dentro dela. Socava rápido e cada vez mais molhada ela ficava, em pouco tempo pediu para eu por meu pau dentro dela. Rapaz, eu já estava duro e as veias do meu pau estavam pulsando bastante. Coloquei meu pau nela e fui comendo com gosto. Ela estava deitada no sofá e eu em cima metendo nela. A transa estava ficando boa até que alguém entra pelo portão. Fodeu!
Pegamos nossas coisas e nos escondemos atrás do sofá da sala (havia um vão entre a parede e o sofá). O irmão dela que entrara na casa, ele também saíra mais cedo da escola naquele dia. Ficamos atrás do sofá pelados por mais ou menos uns 5 ou 10 min, que foi o momento que ele resolveu sair. Quando o irmão dela saiu a gente resolveu terminar a brincadeira atrás do sofá mesmo, até porque estávamos com um tesão da porra. Só de digitar isso eu me lembro e meu pau fica duro novamente.
Passados uns dias eu contei para um primo meu que vez ou outra lembra da história e brinca “Comeu a magrinha atrás do sofá, né, seu safadão?!”. Hoje a F está casada (que eu saiba) e tem um filho. Ela engordou depois que engravidou e pegou bastante corpo e peito. Dá pra comer ainda, ainda mais por ser safada.